Turma da Mônica Wiki
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Rolo
Rolo galanteador.png
Informações de Fundo
Filmes
Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo,
Turma da Mônica em Lições
Interpretado por
Gustavo Merighi
Informações do Personagem
Aparência e Personalidade
Alto, com cabelo e barba azul, roupas despojadas e esticadas. Engraçado, charmoso, galanteador, bobo e comunicativo.
Ocupação
Estudante de fotografia na Universidade Estrela Nova
Moradia
Bairro do Limoeiro (anteriormente), São Paulo
Família
Pais do Rolo
Amigos
Tina (interesse amoroso), Zecão, Paulinho, Joel, Fefê, Anderson, Pedrão, Pipa
Inimigos
Jaiminho (ocasionalmente), Rúbia

Rolo é um personagem integrante da Turma da Tina, sua melhor amiga e, entre altos e baixos, uma possível parceira romântica. Molecão, magrelo, de cabelos encaracolados, barba e mulherengo, Rolo é o típico jovem que gosta de contar vantagem. Mas, por trás de carapuça de “descolado”, se esconde um garoto trapalhão e de bom coração.

Foi criado nos anos 1970 pelo Mauricio de Sousa no auge do movimento "hippie" e, curiosamente, algo que se perdeu no tempo é que, originalmente, Rolo e Tina eram baianos, pois muito do comportamento contracultura-tupiniquim partiu de Salvador e, por isso, era lá que aconteciam as histórias dos nossos amigos cabeludos, sempre saboreando a juventude, do qual Rolo era originalmente um grande seguidor, nunca convencional, quebrava paradigmas da época com um jeito mais despretensioso de se viver, o conhecido "paz e amor".

Com o tempo e a chegada das novas tendências, ele deixou seu perfil "bicho grilo" para ser um cara enrolado e mulherengo. Ademais, teve tantas namoradas que é conhecido como o "mentor do Titi", do tanto de garotas que Rolo já iludiu e continua iludindo. Em seus 20 e tantos anos, nunca parou em um relacionamento, se auto-denominando como "espírito livre".

Características e traços

Rolo em 'Anos 70'.png

Rolo é um rapaz jovem que, assim como sua amiga Tina, tem cerca de 20 anos de idade. Seu visual originalmente era peculiarizado por uma grande barba de cor azul que emendava com o cabelo, formando uma espécie de "juba de girassol". Com a evolução do personagem, a barba diminuiu, até finalmente descobrir as orelhas.

Quando não está andando com sua moto Zulmira, passa a maior parte do tempo na praia a surfar e paquerar garotas. Seus principais "passatempos" parecem ser o surfe e a música, já que ele também adora tocar guitarra elétrica. Mas sua principal característica é a de estar sempre tentando arranjar namoradas de todos os tipos, na maioria das vezes sem sucesso, por causa de seu jeito atrapalhado.

Ele também tem uma profissão, que é mostrada em algumas historinhas nas quais trabalha em um escritório. As vezes também ganha dinheiro na feira hippie vendendo bijuterias e artefatos feitos a mão, voltando às origens ripongas. Rolo já participou do reality show Big Bonde Brasil (paródia do Big Brother Brasil), onde foi eliminado rapidamente.

História

Curiosidades

Rolo, por Wagner Loud, em Ouro da Casa.

  • Foi inspirado em Márcio de Sousa, irmão do Mauricio de Sousa, sempre enrolado e atrapalhado.
  • Rolo já participou de alguns reality shows. Num deles, ele teve de ficar isolado em um quartinho por 30 dias lendo e-mails de candidatas a namoradas. No final, ele escolheu como pretendente a mulher que entregava o almoço. O que ele não sabia é que a mulher era a mãe do apresentador (o próprio Pedro Bial, aqui chamado de Pedro Miau). No final, ele vira motivo de piada nacional e seu nome vira apelido de alguém imbecil.
  • Quando participou do "Big Bonde Brasil", Rolo foi mandado para o "Murão" logo na primeira semana (Paródia do Paredão) pois todos os participantes da casa votaram nele, menos ele mesmo. Para tentar continuar no programa, ele iniciou o namoro com uma participante na casa, o que aumentou sua popularidade. Mas no dia da eliminação, ele encontrou com sua namorada fora da casa e o namoro falso terminou na hora. Foi eliminado com 99% dos votos e ainda terminou sem namorada. No final da história, foi mostrado Rolo aproveitando o curto momento de fama participando de programas e estampando capas de revista.
  • Já teve diversas namoradas e ex-namoradas em suas HQ's, porém nenhuma fixa e a maioria participando de não mais que uma história. Entre elas, talvez Lygia tenha sido a que mais sobressaiu-se.
  • Adora motos, sendo que a sua tem até nome: Zulmira.
  • Seu nome originalmente foi criado pelo aspecto enrolado de sua barba. O nome também pode estar relacionado ao perfil atrapalhado (enrolado). Mesmo que pareça um apelido meio palerma dado pelos seus melhores amigos, é o seu verdadeiro nome, após uma hilária confusão antes de batizar o menino.
    • Na história "Só Pode Dar Rolo!", foi mostrado que o nome veio de seu pai, que sempre se metia em confusão.[1]
    • Na história "O Nome", é mostrado que o nome surgiu porque os pais e avós de Rolo discutiam sem conseguir chegar a um consenso sobre qual nome escolher (Henrique, Antero, Frederique, ou Enrico). Observando a briga, o escrivão do cartório aparentemente sugeriu "Rolo".[2]
  • Já teve alguns empregos diversos, mas em boa parte das histórias antigas era mostrado que ele vivia de mesada dos pais.
  • O primo Flávio, que aparece em algumas das suas histórias, é inspirado em Flávio Teixeira de Jesus, roteirista especial da Mauricio de Sousa Produções.
  • Em algumas histórias antigas, era comum que insinuarem um romance entre o Rolo e a Tina. Mas isso nunca foi totalmente explorado já que eles sempre apareciam com namorados diferentes. Atualmente eles são grandes amigos, um ajudando o outro em seus problemas (na maior parte das vezes, ela ajudando ele).
  • Na história "Recuperando o Tempo Perdido!", Rolo é corintiano.[3]
  • Na história "Dize-me o Teu Signo e Te Direi Quem És!", Pipa sugere que o signo de Rolo é Leão.[4]
  • Na história "O Nome", o avô paterno de Rolo parece ter algum tipo de origem italiana, ou ao menos certa admiração por essa cultura.[2]

Referências

  1. Cebolinha Nº 212 (Editora Globo) - Só Pode Dar Rolo!, Pág. 51-56, Fevereiro de 2004
  2. 2,0 2,1 Turma da Mônica Nº 1 (Editora Panini) - O Nome, Janeiro de 2007
  3. Cebolinha Nº 220 (Editora Globo) - Recuperando o Tempo Perdido!, Outubro de 2004
  4. Mônica Nº 21 (Editora Globo) - Dize-me o Teu Signo e Te Direi Quem És!, Setembro de 1988