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Capa do Pequeno Príncipe da Turma da Mônica

O Pequeno Príncipe é uma releitura do conto original por Antoine de Saint-Exupéry, adaptado por Leila Villas.

Publicada pela editora Girassol.

SinopseEditar

O Pequeno Principe devolve o mistério da infância, faz renascer os sonhos, traz de volta ao coração recordações escondidas. Revive as incertezas de outrora inquieta, questiona. Propõe um encontro entre o homem e o menino contido em um mesmo ser. Em uma grande homenagem a O Pequeno Principe, do francês Antoine de Saint-Exupéry, o maior clássico da literatura infantil.[1]

Com muita delicadeza em traços, cores e movimentos, José Márcio Nicolosi, diretor de animação da Mauricio de Sousa Produções ilustra a obra. O Cebolinha ganha cabelos loiros para representar O Pequeno Príncipe. Mauricio de Sousa foi o escolhido para “interpretar” Antonie de Saint-Exupéry, o piloto. Mônica, a personagem mais conhecida do desenhista e que não leva desaforo para casa quando chamada de baixinha, gorducha e dentuça, transforma-se na Rosa encantadora que cativou o Pequeno Príncipe.

Além deles, o Louco, Astronauta, Jotalhão e Rolo também estão na obra.[2]

TrechosEditar

Vários trechos do livro foram divulgados por Mauricio de Sousa por Instagram.


...Estávamos já no oitavo dia da pane do meu avião no deserto. Bebia a última gota da minha provisão de água.
- ah - eu disse ao Pequeno Príncipe - são bem bonitas suas recordações, mas ainda não consegui consertar o avião, não há mais nada para beber, e eu também ficaria feliz se pudesse caminhar devagarinho até uma fonte!
Ele me olhou e respondeu ao que eu estava pensando:
- Também tenho sede... vamos procurar um poço...
Depois de termos andado horas em silêncio, anoiteceu e as estrelas começaram a brilhar. Eu olhava para elas como se estivesse sonhando.
- O deserto é bonito - ele falou.
Era verdade. Eu amava o deserto. Ali não se vê nada. Não se ouve nada. E, no entanto, alguma coisa vibra em silêncio...
- o que torna belo o deserto - disse o pequeno príncipe - é que ele esconde um poço em algum lugar...


"Somente as crianças sabem o que buscam!" Disse o Pequeno Príncipe.


Foi então que apareceu a raposa. - venha brincar comigo - convidou o Pequeno Príncipe - Estou tão triste...
- Não posso brincar com você - disse a raposa. - Ainda não fui cativada...
- O quer dizer "cativar"?
- Isso é uma coisa muito esquecida - disse a raposa. - Significa "criar laços...". Para mim, você você ainda é um garoto parecido com cem mil outros garotos. E eu não preciso de você. Nem você precisa de mim. Para você sou apenas uma raposa com cem mil outras. Mas, se você me cativar, vamos precisar um do outro. Você se tornará único no mundo para mim. E para você eu também serei única...


O Pequeno Príncipe atravessou o deserto e encontrou só uma flor. Uma florzinha apenas com três pétalas.
- Bom dia - disse o Pequeno Principe educadamente.
- Bom dia. - disse a flor.
- onde estão as pessoas?
A flor, certa vez, tinha visto passar uma caravana:
- As pessoas? Acho que existem seis ou sete. Eu as vi há alguns anos. Mas nunca sabemos onde encontrá-las. O vento as leva embora. Elas não têm raízes, e isso as deixa em apuros.
- Adeus - disse o Pequeno Principe.
- Adeus - disse a flor.

ImagensEditar

DivulgaçãoEditar


Notas de rodapé Ajuda

  1. Sinopse oficial da adaptação, publicada nas lojas online que a vendem.
  2. http://turmadamonica.uol.com.br/turma-da-monica-ilustra-nova-adaptacao-de-o-pequeno-principe/
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