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Lendas Editar

Caso de 1950 Editar

Não-Canônico. Opa! Você está prestes a ler um artigo ou seção de um personagem, evento ou lugar que não existe no universo das Histórias da Turma da Mônica, caso queira ler, é melhor saber que nada disso está relacionado a Turminha, podendo ser de outras realidades, e portanto, não faz diferença nenhuma para o desenvolvimento das edições.
Jumenta Voadora (lenda)

A lenda de 1950 foi baseada num boato depois da derrota do Brasil na Copa do Mundo.[1] Quando estavam terminando a construção do estádio do Maracanã para a Copa no Brasil, uma praga lançada por Muminho (sim, o próprio da Turma do Penadinho) em um dos construtores assustou a Jumenta Voadora, que voou do barranco e morreu. Antes disso, ela ainda salvou a marmita de seu dono, mas não pôde impedir a morte. Depois disso, a caveira da Jumenta Voadora ficou enterrada logo abaixo do gol, e por conta disso, Barbosa Nascimento, o goleiro, não conseguiu defender o gol pois aquela área estava amaldiçoada pelo espírito da coitada, fazendo com que Brasil perdesse a Copa.

A Origem da Jumenta Voadora Editar

Contada pela Denise, em "Lendas da Jumenta Voadora", é dito que, saltitando pelo campo caipira do Nhô Fuinha, a jovem Jumenta cantarolava quando apareceu um vilão narigudo. Ela estava ocupada tirando a vaca alemã do brejo, até que caiu no buraco. A vaca foi embora e deixou a jumenta caída no buraco. Ela fez diversas coisas durante seis dias, e neste sexto, enquanto cantarolava uma pequena canção, ela atraiu um tico-tico que se penalizou com a situação da jumenta e resolveu ensiná-la a voar.[2]

No sétimo dia, a jumenta alcançou voo. O vilão narigudo que tinha saído para caçar tico-ticos com seu bodoque avistou a Jumenta voando, e como era muito mau e invejoso, atirou mamonas na pobre coitada, que perdeu seu olho esquerdo. Não satisfeito, o vilão novamente atirou mais mamonas na Jumenta, que perdeu o segundo olho. Sem enxergar nada ela seguiu em frente, e foi atropelada pelo trenó do Coelhinho da Páscoa. Ela caiu e morreu.

A Geladeira do Terror Editar

A Geladeira do Terror

Existia uma linda e formosa mulher (lenda contada pela própria, a Mônica) que, após comer metade de uma deliciosa lasanha, guardou a outra metade num pote plástico e colocou-o na geladeira. No dia seguinte, ela resolveu começar uma dieta de emagrecimento em cinco quilos, e a partir daquele dia passou a comer somente couve-de-bruxelas.[3] [4] Esquecendo do pote plástico, ele começou a apodrecer na geladeira, e se transformou numa poça asquerosa e cheia de bolhas. Aquele cheiro podre tomou forma ectoplásmica e se tornou a Jumenta Voadora. A menina agora estava magra, e ao atender o telefone, ouviu uma voz dizer que ela tinha esquecido a lasanha na geladeira por sete dias. Agora ela teria que pagar, com dinheiro ou tiquete-refeição.[5]

Fim da seção Não-Canônica! Daqui em diante, todo o conteúdo faz parte do Universo da Turma da Mônica.

A Fila do Banco Editar

É revelado que "A Fila do Banco" é uma lenda real.[6] [7] A Magali conta essa história da Jumenta, que estava na fila do banco, indo depositar uma maionese que tinha acabado de fazer. Os caixas do banco eram muito lerdos e, depois de uma semana, a Jumenta foi atendida. Porém, sua maionese já havia estragado. A Jumenta ficou tão furiosa que transformou todos os caixas em lesmas, e dizem que eles atendem mais rápido agora.[8]

Lenda Real Editar

Em Sococó da Ema, uma cidade do interior perto da divisa entre São Paulo e Minas Gerais, existia uma mulher (conhecida como Berenice) que ajudava as crianças carentes, distribuindo comida para elas em "tapauérs".[9] [10] No seu quintal, havia um cavalinho alado de madeira com orelhas muito grandes e, apesar de ser um corcel, se assimilava muito a um jumento, levando as pessoas a dizerem que "vão na casa da Jumenta Voadora", um dito que se popularizou com as crianças que iam na casa da moça se alimentar, pois brincavam com o cavalinho todos os dias.[11] [12]

Jumenta Voadora em TMJ 74 - Umbra

A moça tinha uma filha que era cheia de ciumes e inveja. Em 1994, no Dia das Bruxas, a filha da Jumenta Voadora estava indo para a festa à fantasia que estava acontecendo na cidade,[13] e no caminho ela se deparou com sete crianças fantasiadas também indo para a festa. A menina odiava todas as crianças pois achava que sua mãe dava muita atenção para elas, e para assustar o grupo de 7 crianças colocou um crânio de jumento na cabeça e galhos no lugar das orelhas, urrando e amedrontando as crianças. Mas ela não reparou que o crânio atrapalhava sua visão, e quando percebeu, foi tarde demais: imediatamente, ela caiu do barranco e se jogou no precipício.[14]

Depois que o corpo de sua filha foi encontrado, Berenice culpou as crianças pela tragédia. Abalada emocionalmente com a morte da filha, passando os dias trancada em casa implorando por uma maneira de se vingar e trazê-la de volta. Ela começou a ouvir palavras sendo sussurradas nas sombras: a voz do mal primordial, mencionado nas escrituras.[15] As vozes instruíram Berenice a construir uma Chave de Ossos e um portal para o mundo dos mortos, Umbra. Feito isso, ela convidou as sete crianças e serviu suas guloseimas uma última vez. O sedativo inserido nos doces deixou as vítimas adormecidas, vestidas com as fantasias que usavam no falecimento da filha. Ela deu início ao ritual, colocando em cada um a Marca de Ior e lhes levando até a porta, fazendo um cemitério simbólico para elas.[16][17]

A alma da Menina foi liberada, faltando apenas colocar o Crânio da Jumenta para ressuscitá-la. Existia uma falha: as crianças não eram culpadas, e o ritual só aceitaria corações corrompidos. A luz de suas almas inocentes fez tudo ir pelos ares em curto tempo, o incêndio destruiu toda a casa da Jumenta Voadora, restando apenas uma porta vermelha, intacta, qual a chave para abri-la era feita de ossos.[18] [19] Berenice estava segura dentro do círculo mágico, e a última coisa que ela viu foi a imagem de Violinista levando o crânio para dentro do portal... essas sete crianças foram apelidadas de Filhos de Umbra, e após virarem espíritos malignos, protegem o crânio que virou algo muito perigoso, já que estava amaldiçoado pela Serpente para se tornar um dos Cavaleiros do Apocalipse.[20] [21] [22]

Naquela noite, Berenice desapareceu. Na manhã seguinte, os moradores da cidade ficaram sem entender o que tinha acontecendo, criando o "Dia da Jumenta Voadora" em sua homenagem, continuando com a tradição de distribuir comidas dentro dos tapauérs. A lenda fala que Jumentina é a Protetora dos Tapauérs, e no seu dia especial ela visita todas as crianças do mundo distribuindo comidinhas dentro dos seus potes plásticos - um fantasma que ajuda as boas e leva embora as crianças más.[23]

Conhecendo a Turma da Mônica Editar

Jumenta Voadora na lenda de Cebola

Cebolinha imagina a lenda contada, de Tuca assombrado pela Jumenta durante um acampamento...

Em "A Noite das Garotas", as meninas do Bairro: Mônica, Magali e Denise decidem fazer uma reunião noturna de lanches na casa da Mônica, até que Cebolinha e Cascão aparecerem vestidos de meninas fazendo pouco da reunião delas e as desafiando a acamparem fora de casa. As meninas aceitam a aposta e armam uma barraca enquanto Cebolinha e Cascão planejam um plano para assustá-las.

Cascão se veste de monstro enquanto que Cebolinha decide contar uma história de terror sobre Tuca, um garoto que após ir acampar com vários tapauérs na floresta recebeu a visita da Jumenta Voadora, que indignada por utilizar utensílios tão higiênicos no meio do mato, decide amaldiçoar o pobre menino. As meninas assustadas se escondem enquanto que Cebolinha se encontra com uma Lesma Alienígena numa moita que a princípio ele pensa ser o Cascão, mas ao descobrir que era um alienígena real se esconde junto das meninas que não acreditam na sua história.

Cebolinha logo se encontra com Cascão e centenas de homens-lesmas invadindo a Terra. Cebolinha foge, mas Cascão é pego pelos homens-lesmas. Cebolinha foge até as garotas que ao ver os homens-lesmas se assustam a princípio, mas até descobrirem que eram alienígenas decidem encarar-los jogando sal neles, salvando Cascão, os prendendo dentro do tapauérs e os levando de volta ao disco voador com a ajuda do Seu Sousa e Dona Luísa. No final Mônica se encontra com a Jumenta Voadora (que por sinal existia) e vira amiga dela pra espanto do Cebolinha e Cascão.

Volta na Festinha das Meninas Editar

Em "Lendas da Jumenta Voadora", a Mônica, Magali e Denise decidem fazer outra reunião noturna comendo lanches, mas no entanto Dudu vai junto de Magali para a noite das garotas. Dudu começa a incomodar as meninas por causa dos lanches até Mônica e as meninas terem a ideia de contarem a Dudu histórias inventadas por elas da Jumenta para aterrorizá-lo:

A FILA DO BANCO, por Magali - A primeira história contada pra assustar Dudu e fazê-lo parar de atrapalhar a noite das garotas, mostra a lenda em que a Jumenta foi depositar uma maionese no banco, mas como os caixas eram lerdos, a maionese apodreceu pela demora e a Jumenta, por vingança, os transformou em lesmas.
A GELADEIRA DO TERROR, por Mônica - A segunda história fala de uma menina que guardou metade de uma lasanha em um pote de plástico na geladeira, porém sete dias depois, a lasanha apodreceu e criou uma poça de bolhas, que acabou se transformando na Jumenta Voadora.
GÊNESE, primeira história de Denise - Foi a primeira história que Denise contou onde a Jumenta Voadora (como Deus) aparece criando o universo. Denise desistiu da história bíblica "Gênesis", pois Mônica achou exagerada demais.
A TENEBROSA MULA DAS PROFUNDEZAS, segunda história de Denise - conta a Jumenta como um zumbi de um cemitério. Denise também desistiu da história, pois Mônica disse que jumentas não são enterradas em cemitérios.
A ORIGEM DA JUMENTA VOADORA, terceira e última de Denise - conta o surgimento da Jumenta Voadora, dita pela garotinha. Ela era uma jumenta caipira que, ao ajudar uma vaca alemã, caiu dentro de um buraco, ela ficou sete dias lá dentro até aprender a voar, porém o vilão da história jogou mamonas nos olhos da Jumenta, deixando-a cega. Enquanto voava pelo céu ela foi atropelada pelo trenó do Coelhinho da Páscoa.

E logo após disso, Dudu começa a desconfiar que a Jumenta Voadora não existia até a Jumenta aparece de repente na reunião, deixando o Dudu assustado e fazendo-o ir embora correndo. No final a Jumenta fala pras meninas que acabava de vir do banco, uma menção de que história contada por Magali era verdadeira.

Outras aparições Editar

Ela aparece na saga Coelhada Nas Estrelas junto com o espirito de Fran-Jinha Kenobi, em sua primeira aparição, "O Feio Contra-Ataca", ela aparece em uma visão de Cascão Cauióqui perguntando-o se ele tem um tapaué para ela proteger, Cascão Cauióqui pergunta quem é ela e a Jumenta Voadora responde seu nome, e logo pergunta se ele não lê a Turma da Mônica, fazendo uma menção a sua primeira aparição, "A Noite Das Garotas" de Mônica N° 214.

Jumenta Voadora - Retorno do Jedito

Ela em "O Retorno do Jedito".

Pouco tempo depois o narrador fala que não era bem essa a visão de Cascão Cauióqui, e logo aparece o Fran-Jinha Kenobi dizendo que Cascão Cauióqui deverá ir ao sistema Dinobah e desaparece junto com a Jumenta Voadora. Na edição seguinte, "O Retorno do Jedito" ela reaparece novamente com Fran-Jinha Kenobi em Dinobah, na qual ele fala que a Jumenta não desgruda dele, a Jumenta Voadora aparece conversando com Nimbus2-D2 onde ela fala se ela não pode proteger o tapauér dele.

E ele pergunta se não pode almoçar mais em paz, em pouco tempo ela aparece fugindo com o tapauér do Nimbus2-D2. Quando Cascão Cauióqui estava conversando com o Fran-Jinha Kenobi ele caçoa da Princesa Moniquéia a denominando de dentuça, que arremessa um objeto de pelúcia semelhante a Jumenta Voadora, substituindo o Sansão. Depois disso, a Jumenta Voadora permanece em Dinobah por um tempo.

No final da edição, ela reaparece com Fran-Jinha Kenobi e o espirito de Yodácio na qual participa de um banquete "em família".

Notas de rodapé Ajuda

  1. Mauricio Apresenta Nº 9 - Todas as Copas do Mundo, Pág. 55
  2. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 24
  3. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 15 e 16 (quadrinho 3 ao 7)
  4. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 17 (quadrinho 4 ao 8)
  5. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 19 e 20
  6. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 35
  7. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 12
  8. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 14 (quadrinho 1 ao 3)
  9. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 90
  10. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 17
  11. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 91
  12. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 19
  13. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 88
  14. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 89
  15. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra: A Última Batalha, Pág. 7
  16. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra: A Última Batalha, Págs. 9 e 10
  17. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra: A Última Batalha, Pág. 11
  18. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 92
  19. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 93
  20. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 19
  21. Erro de citação: Marca <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas u94
  22. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 95
  23. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 15 há 20
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